Olá caro amigo leitor ou leitora. Espero que tudo esteja óptimo consigo!
Quero falar neste post sobre algo que muito me agrada desde longa data e que é andar de bicicleta.
Começo por dizer, em relação a este veículo, que ele é uma maravilha. Uma bicicleta aceitável compra-se hoje em dia por cerca de €60 e a partir daí tem mais alguns pequenos investimentos, tais como, óleo para a corrente e, eventualmente, pneus e câmaras de ar, bem como cuidados de manutenção que englobam encher pneus, pôr óleo na corrente, afinar os travões, entre outras pequenas coisas que cabem fazer ao ciclista médio. Mas, fora estes pequenos inconvenientes, posso assegurar que são só vantagens aquilo que associo ao citado veículo: não gasta gasolina, não polui o ambiente, permite chegar rapidamente onde se quer, não é limitado por engarrafamentos de trânsito (é um verdadeiro gozo testemunhar o ar patético dos condutores stressados, completamente desesperados perante o facto de estarem presos no trânsito, enquanto passo pelos intervalos, subo por um passeio ou me enfio por um qualquer atalho inacessível a automóveis, eheh), permite fazer exercício físico sem exigir nenhum esforço tremendo, é altamente agradável realizar descidas em alta velocidade, não há preocupação alguma com os estacionamentos, enfim, não conheço melhor transporte.
Neste momento, não tenho acesso à internet senão, iria até pesquisar sobre quem terá sido o inventor desse magnífico meio de transporte que, em muitas zonas do mundo é altamente utilizado como meio de transporte habitual, como seja o caso da China e da Holanda. Em algumas cidades portuguesas, como Aveiro, andar de bicicleta é algo de muito popular. Neste caso específico existem bicicletas municipais que podem ser alugadas, que se chamam de Bugas. Tempos houve em que tais bicicletas se podiam adquirir / alugar através de um sistema semelhante ao dos carros de supermercado. Em vários pontos da cidade era possível estacionar a bicicleta num desses postos e, ao colocar a corrente numa ranhura própria da bicicleta uma moeda de 50 cêntimos saía e pelo processo inverso poderiam as mesmas ser readquiridas. Tudo isto, até alguns espertinhos (como eu) começarem a monopolizar bicicletas de uso público através de cadeados pessoais. Tempos houve em que muitas Bugas “roubei” e coloco entre aspas porque o tempo de uso da tal bicicleta era limitado e qualquer incauto que abandonasse desprevenidamente a sua Buga via-a ser roubada e aos seus 50 cêntimos que deixara na mesma, ou seja, fracasso total. Essas bikes, além de permitirem o transporte do utilizador, permitiam também transportar compras, devido ao cestinho que possuíam na frente da bicicleta. Tinham apenas o inconveniente de serem bastante pesadas. Ah, lembrei-me agora: tinham também, na sua parte traseira, um assento gradeado para transportar um passageiro. Cheguei a fazer uma viagem como passageiro e não aconselho a ninguém, por ser altamente doloroso e desconfortável.
Principalmente ao subir e descer passeios.
Bem, por hoje fico-me por aqui. No próximo post continuarei a falar da bicicleta e das maravilhosas peripécias, momentos, vantagens e curiosidades a ela associadas.
Um forte abraço e boas voltas!